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Data de inscrição : 10/01/2009

MensagemAssunto: A Autora *----------------*   Seg Jan 12, 2009 5:37 pm

Biografia
Stephenie Meyer

Stephenie Meyer nasceu na véspera do Natal de 1973, em Hartford,
Connecticut. Apesar de ser natural do Leste norte-americano, Stephenie
cresceu em Phoenix, Arizona, com seus outros 5 irmãos. Ela é a segunda
mais velha, com 34 anos de idade. Freqüentemente, Steph compara sua
família à família Brady, do seriado também norte-americano The Brady
Bunch. Os Brady são uma família de seis irmãos – três meninas e três
meninos – de pais diferentes que decidem se juntar. Diferentemente dos
irmãos Brady, todos os seis Meyer (Emily, Stephenie, Heidi, Paul, Seth
e Jacob) são irmãos não só de criação, mas de sangue também. Stephenie
se coloca no papel de Jan Brady, a irmã do meio – seu lugar
correspondente na família Meyer. Ela também conta que o cachorro da
família fora nomeado a partir de outro animal, “não-canino”. Enquanto o
cachorro dos Brady era chamado de Tiger, o cachorro dos Meyer era
chamado de Eagle. Outra curiosidade é que Steph “emprestou” os nomes de
seus irmãos para alguns personagens da série Twilight: Seth e Paul são
lobisomens – Seth é um dos mais novos e Paul o mais dado à explosões de
humor; Jacob também é o nome de um dos principais personagens da série
Twilight. Emily é a noiva de Sam Uley, também lobisomem. No livro,
Stephenie descreve Emily como simpática e prestativa aos lobos. Na vida
real, Stephenie descreve a irmã como doce e tímida. Apesar de a autora
negar, fãs especulam sobre a associação de seus familiares às
personagens e o quanto Stephenie foi fiel às personalidades dos irmãos
citados.
O ensino médio foi completado pela autora na Chaparral High
School, em Scottsdale, também no Arizona. A cidade, adjacente à
Phoenix, é conhecida como a cidade mais representativa do Oeste
americano, além de famosa por sua vida noturna (o New York Times
entitulou-a de “versão desértica de Miami”). A escola é conhecida por
ser uma das melhores escolas públicas dos Estados Unidos, com uma taxa
maior que 95% de alunos que completam o Ensino Superior. Mas segundo
Stephenie, a escola estava povoada por estudantes ricos e
exibicionistas. “(Chaparral High School) é o tipo de lugar onde todos
os outonos algumas garotas apareciam com narizes novos e onde haviam
Porsches no estacionamento dos estudantes”, é o que diz a autora. Ela
ainda completa que mantém seu nariz original e que só teve um carro
após ter completado vinte anos. Mas o mérito da escola também se mantém
em Stephenie, que ganhou o chamado National Merit Scholarship, uma
espécie de competição na qual os finalistas são agraciados com bolsas
mantidas por corporações e empresas dos Estados Unidos. Meyer utilizou
sua bolsa para conseguir entrar na Brigham Young University, uma
universidade pertencente à Igreja Mormom, The Church of Jesus Christ of
Latter-day Saints, igreja da qual Stephenie é membro. Devido à este
fato, Stephenie não bebe álcool e nunca viu um filme que tivesse a
restrição R-rated (a censura de filmes dos Estados Unidos é diferente
da brasileira. Aqui, o R-rated representa aqueles filmes que jovens
abaixo dos 18 anos só podem assistir o filme se acompanhados por seus
responsáveis). Mesmo assim, Stephenie não é a mórmon perfeita. Um dos
princípios destes é evitar a cafeína e Steph se permite uma ocasional
Diet Pepsi.
Em 1995, Stephenie se formou em Inglês, apesar das muitas piadas
que ouviu sobre o destino dos formados em Inglês irem trabalhar na
indústria de serviços alimentícios. Para os que contavam essas piadas,
ela envia o irônico e caracterísco “Ha-ha”, que ganhou fama na voz de
Nelson Muntz, o personagem de Os Simpsons que representa o segundo
maior inimigo de Bart. Há 14 anos atrás, ela casou-se com Christian,
seu atual marido, mais conhecido pelo apelido de Pancho. Apesar de
casar com 20 anos, Steph conhecia Christian desde os quatro – ambos
freqüentavam a mesma igreja e, por isso, viam-se com freqüencia. Mesmo
assim, demorou dezesseis anos para que os dois tivessem seu primeiro
encontro e apenas nove meses para que estivesse casados. “É claro, nós
pudemos pular muitas das partes de nos conhecer – muitas de nossas
conversas eram algo assim: 'Teve uma vez, quando eu tinha 10 anos, eu
quebrei minha mão numa festa quando-' 'Sim, eu sei o que aconteceu. Eu
estava lá, lembra?' Com Christian, Stephenie teve três filhos – Gabe,
Seth e Eli. A autora diz que não sabe como conseguiu fazer tantas
coisas ao mesmo tempo – escrever, ser dona de casa e mãe de três
crianças abaixo de cinco anos, na época em que começou a carreira de
escritora, carreira esta que começou na noite do dia 1 de junho de
2003. Nesta noite, Stephenie visualizou uma cena em um sonho: uma
garota conversando com um homem brilhante (literalmente!) numa clareira
inundada de sol. O homem por acaso era um vampiro e ambos, vampiro e
garota estavam apaixonados e ele estava contando à ela o quão difícil
era não sucumbir à vontade de matá-la. O sonho se tornou o capítulo
número 13 do livro Twilight, o primeiro livro de Meyer. Então, por três
meses, Stephenie escreveu como uma condenada atingida pela luz da
inspiração. Dormir era um luxo e com um bebê pendurado em um dos
braços, ela digitava com a mão livre. Por ter que cuidar dos filhos ao
mesmo tempo que escrevia, Stephenie não pôde se fechar em um quarto e
simplesmente escrever, como grande maioria dos autores. Mas mesmo que
pudesse, a autora diz que não o faria. Mesmo agora, com os filhos
crescidos, ela escreve numa área aberta no meio de sua casa. “Eu não
consigo fechar as portas e escrever. Mesmo se as crianças estão
dormindo, eu sei que poderia ouvi-las se precisasse. Sinto-me melhor se
estou no meio das coisas e sei o que está acontecendo”, é o que diz a
autora.
Quanto à Twilight e as semelhanças que muitos traçam de seu estilo
com o de J.K. Rowling, devido à abordagem fantasiosa de temas, a
diferença fica clara quando se lê os livros de ambas as escritoras.
Stephenie preenche as páginas de um modo que a história flui, enquanto
J.K. mostra-se extremamente meticulosa com relação a detalhes. De
acordo com a revista Time, Stephenie nunca escreve uma frase quando
pode escrever um parágrafo inteiro. A autora se justifica: “Eu não acho
que eu seja uma escritora; acho que sou uma contadora de histórias. As
palavras não saem perfeitas sempre”. Fala-se também das emoções que
Meyer descreve em seu livro. Sem reservas, as personagens de Twilight
estão sempre suspirando, sussurando, hiperventilando ou gritando. O
fato da autora descrever as sensações de suas personagens apenas
aproxima a história da realidade; os adolescentes reais são tão
melodramáticos quanto os que Steph descreve nos livros. Depois de
escrever e editar o primeiro livro, Stephenie fechou um contrato de
três livros com a companhia Little, Brown and Company. Em Outubro de
2005, o livro foi publicado e em Novembro do mesmo ano, figurava na
quinta posição da lista de best-sellers do New York Times, na categoria
de Romances Juvenis. Pouco depois, Meyer começou a escrever Forever
Dawn, uma possível continuação de Twilight. Porém a autora alegou que o
livro não se encaixava na categoria Juvenil, de modo que nunca seria
publicado. Porém utilizou o que fora escrito no livro para as
continuações, New Moon, Eclipse e Breaking Dawn, o último livro da
série que narra a história do ponto de vista de Bella Swan, a
protagonista. Ainda assim, Meyer anunciou que haveriam mais de quatro
livros da série e que o próximo, Midnight Sun, será mais uma peça a se
encaixar na série do que uma seqüência propriamente dita; é a história
de Twilight narrada do ponto de vista de Edward Cullen. Outra
observação feita pela autora é a de que possíveis seqüências poderão
ser narrações de Jacob Black, outro protagonista da série.

A autora também contribuiu com uma história para a coletânea
Prom Nights from Hell, que reúne histórias sobre péssimas noites de
formatura, com efeitos supernaturais. O livro também abriga histórias
de Meg Cabot, Lauren Myracle, Michelle Jaffe e Kim Harrison. E em 2008,
Stephenie lançou seu primeiro livro de gênero adulto. A ficção
científica The Host conta a saga de Melanie Stryder, uma jovem, e
Wanderer, uma “alma” que “invade” Melanie. Ambas devem trabalhar juntas
para encontrar o irmão menor e a paixão de Melanie. Como os outros
livros de Meyer, The Host trata de amor e escolhas. Quanto às
personagens, Stephenie diz que raramente escreve sobre humanos. “Você
pode achar humanos em qualquer lugar”, ela declarou. Apesar de todos os
livros de Meyer possuirem mais de 500 páginas cada um, a criatividade
ainda não se extinguiu. Atualmente, Stephenie ainda está trabalhando em
sua primeira saga; as idéias ainda surgem e ela ainda está colocando-as
no papel. Além disso, ela já tem na cabeça duas seqüências para The
Host e já escreveu quatro capítulos de uma história de fantasmas que
ela entitulou se Summer House. O que ela tem a declarar sobre isto?
“Desde que eu descobri o quão maravilhoso é escrever, não consegui
parar. Mas as publicações, todos os protocolos e a negatividade? Eu não
sei até quando vai valer a pena mostrar as histórias.” Por isto, no
momento, Stephenie não tem contrato algum assinado. Não há mais prazos;
portanto, ela planeja tirar um ano apenas para escrever. Para
Stephenie, o que realmente importa são as histórias.

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